Toda noite é sempre igual. Eu visto minha roupa amarela e saio. Nem sequer me perguntava mais pra quê se vestir. Não me demorava em achar um homem. Geralmente era bem feio, mas de nada me importava. As minhas amigas, pelo menos aquelas que diziam ser cismavam em dizer que eu poderia conseguir dinheiro de diversas outras formas. Nenhuma delas era minha amiga de verdade. Se fossem, saberiam que eu morava no Recreio, tinha um iPhone e era sustentada pelos meus pais. Elas não conseguiam entender que eu fazia tudo pelo prazer.
Eu abro minhas pernas e espero a felicidade me penetrar. O liquido quente flui dentro de mim, e nunca vai chegar a lugar nenhum, pois liguei minhas trompas uterinas. Eu me deleito aos urros de prazer e gozo. Depois, recolha minha Louis Vitton e volto para o Recreio na companhia de meu motorista, aproveitando cada momento do líquido que ainda escorre entre minhas pernas. Minhas pernas.

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